Inscreva-se já!
Os maiores nomes do mercado de Cloud Computing Em uma conferência recheada de
negócios, oportunidades e informações

Migração para nuvens públicas: construir, mover ou substituir com SaaS?

Qualquer empresa que adota a computação em nuvem pública como parte da entrega de sua estratégia de serviço de TI é confrontada com a decisão de quais aplicativos migrar para esse ambiente e como. Algumas das opções comuns discutidas com os clientes são:

- Mover aplicativos existentes "do jeito que está"
- Construir um servidor de nuvem a partir do zero
- Substituir por uma plataforma SaaS

Cada uma dessas abordagens têm vantagens e compensações, e a decisão certa depende dos objetivos de negócio da organização e do próprio aplicativo. Plataformas SaaS estão dominando o  desenvolvimento de novos aplicativos atualmente e por um bom motivo: não há infraestrutura para comprar ou manter, é necessário o mínimo de manutenção de TI, e o custo inicial baixo e modelo de cobrança (pelo consumo) são atraentes. Para novos negócios que visam um custo inicial baixo, plataformas SaaS são muito "acéfalas". E para empresas que procuram oferecer novas aplicações, como parte de sua oferta de serviços de TI, aplicativos SaaS têm um forte apelo.

No entanto, em um cenário onde uma empresa quer migrar um aplicativo local para uma plataforma SaaS, as coisas ficam mais complicadas. As considerações incluem migração de dados, tempo de transição de inatividade, personalizações perdidas e retorno sobre o investimento (ROI) para o esforço requerido. Dependendo do aplicativo e do alcance da migração, esses fatores podem compensar alguns ganhos da plataforma SaaS.

Construir a partir do zero é ideal para clientes que buscam a atualização da infraestrutura de um aplicativo/arquitetura como parte da migração. Por exemplo, talvez o aplicativo seja baseado em uma antiga versão do sistema operacional ou de componentes como o SQL, mas a equipe de TI tem sido relutante em atualizar, preferindo a estabilidade da versão testada pelo tempo. Neste caso, uma migração de nuvem pode ser a melhor opção para fazer uma atualização, uma vez que o negócio já estará em factoring em tempo de inatividade e outros impactos.

Esta migração manual também pode permitir que aplicativos personalizados sejam reprojetados para uso na nuvem, se necessário; é muito útil se a organização pretende migrar um aplicativo complexo para uma nuvem pública. Trocas podem incluir uma migração de dados dolorosa, reengenharia de todas as personalizações, e um ciclo extenso de testes de regressão, ou outros impactos que podem superar os benefícios da infraestrutura atualizada do aplicativo, e impactar negativamente os benefícios de custo da mudança para a nuvem.

A terceira abordagem é a migração do aplicativo, ou de seus componentes, "do jeito que está" para o provedor de nuvem escolhido. Nesta abordagem, a "pilha" toda (sistema operacional, aplicativos e configuração) de um servidor é capturada e migrada para uma nova instância de servidor na nuvem. Esta abordagem é normalmente a mais rápida e efetiva em termos de custos, já que tempo e testes de regressão são minimizados uma vez que as mudanças necessárias para que o aplicativo funcione normalmente são de baixo impacto, muitas vezes necessitando apenas de pequenas alterações de configuração.

Esta abordagem é excelente para aplicativos de servidor simples 1-2, aplicativos complexos multicamadas que estão "prontos para a nuvem", e até mesmo aplicativos híbridos que irão manter os componentes em ambiente de nuvem privada das empresas ou em seus centros de dados. É claro, eventuais limitações de aplicativos existentes continuarão válidas e alguns aplicativos podem ser melhores candidatos para outras abordagens de migração.

Nossa experiência nos diz que não há nenhuma resposta simples para a questão da "melhor maneira" de se fazer uma migração para nuvens públicas. Qual das três abordagens funcionam melhor depende muito de suas circunstâncias específicas. Não se surpreenda se descobrir que é benéfico usar mais de uma abordagem dentro da sua empresa. Por exemplo, talvez um aplicativo possa ser substituído por SaaS, enquanto outros podem apenas ser hospedados na nuvem. Faça uma avaliação abrangente, lembre-se que não faz sentido que cada aplicativo esteja na nuvem, seja flexível e faça uma viagem segura.

Fonte: SlashCloud [em inglês].

Patrocinadores

Patrocinadores Diamond

UOL Host

Mandic

Patrocinadores Platinum

Rackspace

Patrocinadores Gold

Locaweb

Patrocinadores Silver

Red Hat

SuperMicro

Fusion-io

Neuwald

Patrocinadores Bronze

4Linux - Free Software Solutions

ServerLoft

ShapeBlue

 
Apoio:












Organização:



Promoção:


Mídia oficial:


Mídias de apoio:





Últimas Notícias

28/10/2013

A nova era Cloudnomics
Leia mais

22/10/2013

Para deter os EUA, Brasil e Europa negociam regras comuns para computação em nuvem
Leia mais

15/10/2013

Corretagem na nuvem é tendência para 2014
Leia mais

14/10/2013

CloudConf 2013 aproxima profissionais e fornecedores de serviços para cloud computing
Leia mais

04/10/2013

CloudConf 2013: assista aos vídeos das palestras!
Leia mais

Outras notícias

Mapa do site
Sobre a CloudConf LatAm 2013 Inscreva-se! Programação do evento
Oportunidades de patrocínio LocalizaçãoContato
Últimas notícias Edição anteriorSiga-nos no Twitter