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Google e Amazon: duelo de titãs na nuvem

Durante muito tempo, Google e Amazon coexistiram pacificamente. A Amazon trabalhando para tornar-se a maior loja da Internet; o Google focado em buscas; e jamais os dois entraram em conflito. Mas isso está prestes a mudar de forma drástica. Para o consumidor final, o recém-lançado tablet Nexus 7 do Google denota claramente a intenção de ocupar pelo menos algum espaço no território atualmente ocupado pelo Amazon Kindle Fire. Ambos combinam dispositivos com recursos de integração a conteúdos multimídia (a Amazon é proprietária dos e-books e serviços de streaming, no caso do Kindle Fire; o Nexus 7 tem o Google Play). E ambos possuem um concorrente feroz representado pelo iPad, da Apple, que atualmente domina o mercado de tablets.

Mas a briga Nexus 7 versus Kindle Fire pode ser um conflito sem menor importância se comparado com a batalha das plataformas de computação em nuvem. Durante anos, a Amazon Web Services (AWS) têm funcionado como um destino popular para empresas que buscam serviços de "infraestrutura-como-serviço" (IaaS). Segundo pesquisas, a Amazon originalmente iniciou as operações da AWS quando se deu conta de que outras empresas e desenvolvedores sentiam a necessidade de obter mais capacidade de processamento em computação, e a partir daí rapidamente construiu as ferramentas necessárias para ofertar o serviço.

Agora o Google está entrando para o mesmo jogo IaaS com seu recém-anunciad Google Compute Engine, projetado para dar acesso às empresas e desenvolvedores ao mesmo poder de processamento que o Google usa para indexar a Internet e servir seus serviços baseados em nuvem. "O acesso a recursos computacionais a esta escala pode mudar fundamentalmente a maneira de pensar sobre resolver um problema", escreveu Craig McLuckie, gerente de produto do Google Compute Engine, em 28 de junho em uma postagem do blog corporativo.

Com o Google Compute Engine os usuários podem iniciar as versões 1, 2, 4 e 8 das máquinas virtuais Linux sob demanda (cada núcleo oferece 3.75GB RAM). Os usuários contam com uma variedade de opções de armazenamento para seus dados, incluindo o Google Cloud Storage; ao conectar as máquinas virtuais a clusters (e controlá-las através de scripts de linha de comando ou Web UIs), os usuários podem aproveitar uma quantidade considerável de poder de computação para atingir seus objetivos.

Quando se trata de reconhecimento de marca, o Google está no mesmo nível que a Amazon. Mas as empresas irão de fato sentir-se confortáveis em partir para uma alternativa diferente da oferecida pela AWS? Esta poderia vir acompanha de uma concorrência nos preços. Outros concorrentes potenciais incluem a Microsoft, que já nutre um ressentimento sério contra o Google, e tem seus próprios e amplos planos para a nuvem.

Fonte: SlashCloud [em inglês].

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