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Facebook: a próxima plataforma analítica de big data?

Apesar das controvérsias sobre controles de privacidade, fato é que o Facebook passou a ser o feliz detentor dos dados relacionados às vidas de cerca de 900 milhões de pessoas. Mas, como sugerido pela oscilação - para baixo - no valor das ações da organização desde a sua oferta pública inicial (IPO)​​, investidores e analistas têm questionado publicamente se a rede social poderia realmente conseguir rentabilizar esses usuários.

Esses mesmos especialistas acham que a habilidade do Facebook para gerar receitas e lucros crescentes reside em sua capacidade de explorar com sucesso as receitas de publicidade para os dispositivos móveis. Mas a empresa poderá optar por uma rota alternativa: oferer suas gigantescas lojas de dados para análise.

As publicações Wall Street Journal e The Atlantic recentemente citaram um documento que examina a relação entre o índice GNH, que representa a "felicidade nacional bruta", uma métrica criada pela equipe de dados do Facebook, com os preços no mercado de ações. O autor do papel, um estudante de graduação de Frankfurt chamado Yigitcan Karabulut, descobriu que um aumento do GNH poderia estar diretamente associado com a queda no valor das ações. "O Facebook não fornece seus "dados de felicidade" em tempo real. No entanto, e dado os resultados do documento de Karabulut, por que deveria?", questiona Justin Lahart, blogueiro do WSJ. "Se sua habilidade de fazer dinheiro usando esses dados para fornecer anúncios for ineficiente, será sempre possível configurar uma mesa proprietária de negociação", conclui.

Alavancando dados


Existe também a possibilidade - ainda que forçada, na prática - do Facebook alavancar mais dados de lojas que estejam predispostas a "dissecar" enormes volumes de informação demográfica e de marketing. Empresas de análises de dados e de cloud computing, por sua vez, já estão se apressando para aproveitar o sucesso estrondoso do Facebook. No início desta semana, a Oracle anunciou a aquisição da Vitrue, uma "plataforma de marketing social baseada na nuvem", cujo carro-chefe de produtos permite que empresas criem e gerenciem as páginas de destino do Facebook com módulos e aplicativos especializados. Segundo o TechCrunch, a Oracle teria investido algo em torno de 300 milhões de dólares na compra da Vitrue.

Outras empresas, como a Salesforce, também têm olhado para o Facebook como uma forma de obter mais informações de análises de clientes e com isso permanecer à frente das tendências de mercado. Se o Facebook começou a atuar mais como um grande fornecedor de dados, além de uma plataforma de publicidade, isso implicaria em uma mudança radical no jogo para aqueles fornecedores de cloud e BI que dependem de alguma forma desses dados, ainda que de uma maneira positiva ou negativa continuem a ser vistos.

Fonte: SlashCloud [Em inglês].

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