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"Precisamos mudar a ideia que temos hoje sobre armazenamento na nuvem", diz especialista

Ao longo dos últimos 10 anos, o advento das SANs (Storage Area Networks) criou uma corrente de pensamento tendo o armazenamento como o "centro do universo", no qual os "planetas" - redes e servidores - circulariam em sua órbita como uma espécie de visão pré-Copérnica do funcionamento do universo. Com o passar do tempo, as SANs evoluíram e se tornaram ainda maiores, com algumas organizações implementando enormes canais de fibra ótica em suas fábricas. Hoje vemos empresas que continuam a perpetuar essa visão, como é o caso da EMC, com o lançamento da VMAX 40K, uma matriz gigante de 4PB, seguindo as melhores práticas do tradicional modelo centrado em SAN.
No entanto, o mundo mudou. Armazenamento não é mais o centro do universo em TI, mas apenas um de seus players, e tal como o choque causado por Copérnico quando este propos que o sol era o centro do universo, o mesmo deverá acontecer com o armazenamento em TI - especialmente para ambientes em nuvem.

Um pouco de história

As SANs evoluíram antes da virtualização, quando todos implementavam servidores físicos. O armazenamento no servidor era isolado e o chassi do servidor era o fator limitante na expansão da capacidade de armazenamento. As limitações dos cabos de cobre SCSI significavam que armazenamento e servidor precisariam ficar próximos um do outro, portanto expandir o armazenamento para um único servidor poderia significar retrabalho e tempo de inatividade. As Storage Area Networks, bem como a utilização de fibra ótica para fazer as interconexões entre redes, permitiram que o armazenamento se tornasse centralizado. 

Agora, os recursos tornaram-se "centralmente" armazenados e "compartilháveis" por todos os servidores; eles não estão ligados pela distância física como a fibra óptica, que pode alcançar centenas de metros, e são escalonáveis, já que as arrays de armazenamento podem ser ampliadas em tamanho simplesmente adicionando mais discos ao pool compartilhado. Também vale lembrar que as primeiras arrays de armazenamento da década de 1990 foram construídas com drives de hardware muito menos confiáveis ​​do que temos hoje. Como consequência, as arrays foram superprojetadas para fornecer alto nível de disponibilidade requeridos pela centralização.

A consolidação pode ir longe demais. Colocar todos os recursos de armazenamento em uma ou em um pequeno número de arrays impactaria em:

Controle de alerta - A atualização de um microcódigo ou outra mudança física tem um impacto mais amplo e pode ser mais difícil de passar por aprovação, a menos que as janelas de manutenção estejam bem estruturadas;
Falhas - As falhas de uma única array podem trazer enormes consequências já que elas dimensionam e suportam mais servidores;
Complexidade - Arrays grandes se beneficiam do escalonamento em capacidade e desempenho. No entanto, são também mais difíceis de gerenciar, especialmente a partir de uma perspectiva de desempenho;
Ciclo de vida - Como as arrays ficam maiores em tamanho, o esforço de migrar os dados dentro e fora da array no início e no final do ciclo de vida resulta em custos adicionais e desperdício de recursos;

Há claramente um "ponto ótimo" em termos de tamanho da array, do ponto de vista do gerenciamento.

Virtualização e nuvem

O modelo compartilhado funciona bem com servidores fisicamente separados. No entanto, a virtualização mudou a paisagem do servidor e torna-se mainstream: onde antes havia centenas de servidores no centro de dados, agora vemos os índices caírem a um fator de 10:1 ou 20:1. Esses índices podem ser ainda maiores em ambientes de nuvem, onde altos níveis de consolidação são necessários. Anteriormente, a proporção entre armazenamento e servidor era um relacionamento de um com muitos ao mesmo tempo.

Hoje vemos fornecedores ofertarem arquiteturas que têm, em alguns casos, uma relação de uma para uma. Implementar uma única array de armazenamento para cada servidor pode ser um pouco exagerado, mas o que estamos vendo é um distanciamento de um modelo centralizado para um armazenamento escalonável baseado em nó, onde o armazenamento pode ser adicionado a complexas arrays pré-existentes. Além disso, o gerenciamento de dados inteligente está se movendo para o hypervisor.

O que isto significa é que estamos vendo um movimento em direção ao armazenamento no hardware sendo utilizado como um gerador de IOPS puro. Em soluções de cloud computing, armazenamento precisa ser barato e enxuto, embora ainda não seja totalmente confiável. O que ele não precisa é de uma enorme quantidade de extras.

A era do armazenamento super escalonável chegou ao fim. A consolidação do armazenamento através da SAN não é mais necessária e implementações na nuvem funcionam melhor a partir de soluções node-based não escalonáveis. Embora as atenções estejam se voltando para o hypervisor, a habilidade para se mover com facilidade de um array para outro ainda é uma exigência. Quatro petabytes em uma array única não interessa a 90% das organizações e aqueles que possam precisar desse nível de capacidade provavelmente não irão implantá-lo em uma única array. É hora de seguir em frente.

Fonte: The Storage Architect

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