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Estudo do Gartner releva que computação em nuvem deverá substituir computador pessoal

O rápido crescimento no uso de aplicativos de todos os tipos tem aos poucos introduzido um novo paradigma na forma como as pessoas armazenam, sincronizam e compartilham seus conteúdos na internet. É o que aponta um estudo conduzido pela Gartner Research, divulgado no início desta semana. "A nuvem pessoal não é uma oferta em si, mas um reflexo da expectativa das pessoas de verem seus conteúdos circulando na rede como resultado de uma combinação de serviços que se sobrepõem ao domínio dos negócios e até mesmo do governo: a cloud engloba armazenamento, sincronização, compartilhamento e streaming de conteúdo, baseados em contexto de acesso", afirma Michael Gartenberg, diretor de pesquisas da Gartner Research. 
É a própria nuvem pessoal que engloba consumidores, negócios e governo e, apesar de grandes fornecedores como Apple, Amazon, Google e Microsoft apostarem alto nesse ecossistema, nenhuma dessas empresas conseguiu domínio ou abrangência significativa nesse mercado. Para Gartenberg, os consumidores é que deverão definir a utilização de serviços na nuvem pessoal, no que diz respeito à comunicação, colaboração e consumo de mídia, e não as empresas.

O estudo da Gartner sinaliza três caminhos possíveis para esse mercado:

Mobilidade e Localização - Usuários já são capazes de operar uma série de tarefas em tempo real a partir de dispositivos móveis. Essas habilidades, quando combinadas com recursos de recuperação e restauração de dados de navegação e geolocalização, terá um impacto cada vez maior nos serviços de consumo na nuvem, afetando também a maneira como são comercializados esses serviços.

Independência de Plataforma - A tendência é que os serviços em nuvens pessoais acabem por substituir os computadores pessoais como os conhecemos hoje, portanto o conceito de plataforma também deverá mudar: em vez de números de aplicativos, será levado em conta a escalabilidade e disponibilização de serviços, tanto para atender necessidades de negócios como para uso pessoal, na criação e consumo de conteúdo.

Sincronização Contínua - Como a nuvem é composta por diferentes serviços, a sincronização contínua será fundamental para seu sucesso. Para estar sincronizado, o conteúdo não precisa necessariamente ser replicado: se for entregue adequadamente, será percebido como perfeitamente sincronizado. Mas a perfeita sincronização exige identificação do consumidor, gráficos sociais e captura persistente de dados de acesso - bem como a possibilidade do usuário poder optar ou não por qualquer um deles - e também em cada um dos serviços que vier a utilizar.

Fonte: Gartner Research

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